Membro fundador do Conselho Europeu dos Sindicatos de Polícia

Ricardo Valadas, Presidente da Associação Sindical dos Funcionários de Investigação Criminal da Polícia Judiciária.

Correio da Manhã, 08 de abril de 2018

Braga recebe especialistas em informações antiterroristas.

Nos dias 12 e 13 de Abril, irá realizar-se em Braga, o V Congresso de Investigação Criminal (CIC), subordinado ao Tema do Terrorismo.

Desde a sua existência, este evento granjeou uma importância única no panorama da investigação criminal (IC) em Portugal, conseguindo desta vez reunir em Braga os melhores especialistas, em sede de investigação e serviços de informações anti e contra terroristas.

No âmbito da organização deste tipo de eventos, são convidadas mui...tas entidades que emprestam o seu nome à sua credibilização.

Esta semana falou-se sobre o CIC, não como sendo o maior colóquio sobre terrorismo ou um evento onde estarão presentes vítimas e os melhores especialistas sobre o fenómeno, mas apenas porque uma universidade enviou em sua representação, um cidadão arguido num processo-crime.

Este cidadão, não é – nem podia ser - conselheiro da ASFIC e não pertence – porque não existe – a nenhum conselho de sábios da PJ.

Está na comissão científica do CIC na qualidade de reitor de uma universidade.

Comissões - cientifica e de honra - que estão a fazer confusão a muita gente. Gente que apenas pensa em destruir, colocando em questão tudo e todos que ousam ... construir.

Nesta senda de destruição chega-se a sugerir num artigo - que terá a sua resposta - que a organização utilize os sistemas do Estado para aferir de quem foi ou é arguido antes de ser convidado. Os chamados democratas e defensores do direito das pessoas, apenas em dias santos e feriados, ou quando lhes toca...

No entanto, sobre aquele que é o maior evento sobre terrorismo organizado este ano em Portugal, não li uma linha, em nenhum meio de comunicação social.

Li veneno e ódio. Mas também sabemos que a ASFIC/PJ tem poucos amigos, até porque nunca foi uma boa fonte de notícias sobre investigações em curso.

Doa a quem doer, a PJ é e será uma organização de justiça, isenta, defensora dos cidadãos, da democracia e da liberdade.

 

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