Membro fundador do Conselho Europeu dos Sindicatos de Polícia

Lex, Fizz, Face Oculta, Furação, e-toupeira, Cavaleiro, Rollerball, Remédio Santo, Marquês, Hells Angels, Noite branca, Aquiles, Patagónia, Rota do Atlântico, Matrioskas, Apito Dourado, Top Secret, BPN, Freeport, Vento Norte.

Num breve exercício de memória, recordo-me destes nomes que ocultam na sombra as outras milhares de investigações feitas ou iniciadas pela PJ sem direito a um nome “estranho”.

Gaba-se o país de ter uma das melhores polícias de investigação criminal do mundo. E tem. A Polícia Judiciária Portuguesa.
Décadas de história. De história plena de serviços prestados ao país.

Mas perguntam-me muitas pessoas, ao longo destes anos, se os sucessivos Governos realmente a gostam de ter por perto.

Poderá o Estado vencer o medo de ter uma das melhores policias de investigação criminal do mundo? Dar às mulheres e homens que ali trabalham os meios de que necessitam e equipá-la como merece? Dar a estes trabalhadores um estatuto de carreira digno ao fim de quase duas décadas e valorizar o seu esforço continuo?

Sugiro um pequeno exercício. Passemos os nomes acima pelos motores de busca existentes na internet e pensemos como seria o país sem a PJ ou com uma PJ ainda mais forte.

Interessa?

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