Comunicação Social

Ricardo Valadas, Presidente da Associação Sindical dos Funcionários de Investigação Criminal da Polícia Judiciária.

Correio da Manhã, 18 de junho de 2017

As próprias populações residentes devem empenhar-se em evitar que os fogos aconteçam.

Encontramo-nos actualmente já na época estival e no 2.º quadrimestre do ano, em que as temperaturas elevadas e a falta de precipitação potenciam a ocorrência e a propagação de incêndios florestais no nosso País.

Dita-nos a experiência e a análise de situações passadas que a prevenção e os cuidados redobrados, nestes casos, é o factor essencial para se evitarem muitos dos incêndios florestais e rurais.

A Polícia Judiciária, que detém a competência para a investigação criminal dos crimes de incêndio, tem tido desde sempre a missão de recolher prova e identificar os autores de múltiplos incêndios florestais e rurais, cuja sua ocorrência determina no limite, a perda de vidas humanas e de habitações e bens resultantes do trabalho de uma vida.

Importa acima de tudo, investir-se na prevenção deste tipo de criminalidade, prevenção essa que começa com as próprias populações residentes.

Estejam atentos a movimentações estranhas e pouco claras de indivíduos que manifestem comportamentos que podem indicar serem incendiários, ou seja, que se preparem para atear fogo a um local e reportem de imediato ás autoridades policiais locais.

A vossa colaboração e empenho é também essencial para o nosso trabalho.

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