Comunicação Social

Ricardo Valadas, Presidente da Associação Sindical dos Funcionários de Investigação Criminal da Polícia Judiciária.

Correio da Manhã, 09 de julho de 2017

Considerar as Forças Armadas um mal necessário é errado e perigoso.

É importante que a Nação não se esqueça do relevante, honroso e destacado papel das Forças Armadas (FA) portuguesas ao longo da História de Portugal, na defesa dos interesses e da soberania nacional. 

Foi um episódio infeliz - o furto em Tancos - no entanto, uma responsabilidade que não fica apenas na segurança das instalações e da respetiva cadeia de comando, mas também de todos nós, portugueses. 
Se queremos umas FA e Polícias cabalmente capazes para defender os portugueses no limite da sua própria vida, temos de defender e apoiar a necessidade de haver um maior investimento nestas organizações que são um dos pilares da Nação. Se vivemos em liberdade e democracia, também o devemos às FA. 
Considerá-las um "mal necessário e uma função residual" é errado e perigoso, como se viu recentemente. A Defesa, Segurança e Justiça da nossa Nação começa nos seus cidadãos, e por tal, respeitar e incentivar o investimento naqueles que diretamente as executam, não só é nobre como cumpre uma necessidade superior. 
Nesse sentido, a Direção Nacional da ASFIC/PJ, deseja expressar publicamente o seu apoio e solidariedade aos militares das FA portuguesa, que muito respeitamos e honramos.
 
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