Comunicação Social

Ricardo Valadas, Presidente da Associação Sindical dos Funcionários de Investigação Criminal da Polícia Judiciária.

Correio da Manhã, 17 de dezembro de 2017

Investir na PJ é investir no país, nos portugueses e na paz mundial.

Desde 1143 que Portugal é um País soberano, determinado na construção de uma identidade, das suas tradições, origens, e voltado para outros povos, ditando a vanguarda da globalização através do comércio, mas também da diplomacia que aproximou culturas e saberes distintos e ancestrais.

Os nossos antepassados nunca sentiram que por sermos geograficamente pequenos seríamos menos que qualquer outro país, ou que o seu esforço seria inglório ou improdutivo.

Hoje atravessamos uma nova globalização. E a Justiça projetou-se além-fronteiras, obrigando a PJ a capacitar-se para estar ao nível das necessidades nacionais mas também internacionais. A PJ, mais do que se revela numa primeira observação, é também o garante de uma função maior, de proteção de ameaças transnacionais e de elevado grau de complexidade e perigosidade, como o terrorismo, o tráfico de pessoas e armas.

Investir na PJ é investir no País e também numa paz e equilíbrio mundial, assente nos princípios da Justiça de um bem maior e fraterno.

 

 

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