Comunicação Social

Ricardo Valadas, Presidente da Associação Sindical dos Funcionários de Investigação Criminal da Polícia Judiciária.

Correio da manhã, 30 de setembro de 2018

A Polícia Judiciária e os seus operacionais não combatem colegas.

No dia 27 a ASFIC-PJ foi eleita por unanimidade para presidir ao Conselho Europeu dos Sindicatos de Polícia (CESP), pelo que pela primeira vez, Portugal irá dirigir um organismo europeu, supranacional, de sindicatos de polícia.
A eleição de Portugal para este cargo, reflectiu-se no reconhecimento pelos congéneres europeus, face ao trabalho, posição e visão estratégica da ASFIC-PJ quanto à função policial e futuro das organizações policiais na Europa e em Portugal.
Entretanto, em Portugal, e na sequência da recente operação da PJ face ao furto das armas em Tancos, matéria essa em que não nos pronunciaremos em concreto, corre a ideia de existir uma “guerra entre polícias” que terá motivado a operação, o que é totalmente FALSO.
A PJ e os seus operacionais não combatem colegas nem as suas organizações, limitam-se a cumprir e fazer cumprir a Justiça emanada da Lei e das respectivas instâncias judiciais. A PJ distingue-se por ser um instrumento de Justiça, que apesar de todas as dificuldades e sacrificios dos seus profissionais, mantém uma linha histórica de integridade, imparcialidade e de bem fazer.

 

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