Comunicação Social

30 de dezembro de 2018

O Ano que finda, pouco ou nada ofereceu aos homens e mulheres da PJ.

O desinvestimento verificado nos últimos dez anos na agência de investigação criminal portuguesa não foi revertido, não foram abertos concursos para entrada de pessoal, o processo do posicionamento de escalões não foi revisto, o estatuto das carreiras continua em elaboração, assim como a respetiva lei orgânica.

Em contraciclo, mais um ano de bons resultados da PJ, suportados apenas no sacrifício, na valentia e na estoicidade dos seus funcionários, esquecidos pela tutela nas suas precedências.

Para as eleições de Maio, os candidatos a eurodeputados deverão anunciar as suas prioridades para a Justiça portuguesa e qual a posição dos seus partidos relativamente ao investimento na PJ.

No segundo semestre de 2019 a campanha eleitoral voltará a falar no reforço da PJ em virtude da prioridade no combate à corrupção, ao terrorismo e à criminalidade grave, complexa e organizada.

Desconhecemos o futuro. Mas algo estará garantido. No ano em que a legislação estatutária e a lei orgânica da PJ cumprem 20 anos da sua negociação, 2019 será o ano do tudo ou nada.

A vida das pessoas da Polícia Judiciária, não poderá mais ser desrespeitada, porque são estas pessoas que dão a sua vida para proteger a vida de todos.

Bom ano novo!

 

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