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Título: INVESTIGAÇÃO CRIMINAL Nº 4
Temas: Revista Semestral de Investigação Criminal, Ciências Criminais e Forenses.
Periodicidade: Semestral
Número / Data:  N.º 4 - Junho de 2012
Autor: Vários
Editora: ASFIC/PJ
Preço para associados -
€ 5,00
Preço para não associados adquirido através da ASFIC/PJ - € 7,50 (sem portes de envio - preços válidos
para Portugal continental e ilhas).


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ARTIGOS

  • Elementos para a história da Polícia de Investigação Criminal – século XIX a 1945 – Artur Pereira e Nuno Silva

  • Polícia de Investigação Criminal versus Polícia Política durante a Primeira República e o regime de Salazar: Notas de um arquivo – Leonor Sá

  • Três crimes mediáticos cometidos no decurso da Primeira República (1910-1926) – Carla Costa

  • Genética forense - Uma ciência com passado, presente e futuro – Carla Cruz

  • Lofoscopia e identificação criminal: uma visão histórica, técnico-científica e jurídica – José Carlos Oliveira

  • Balística forense, contributo actual à investigação criminal – Hélder Figueiredo

  • Ensaio sobre cooperação policial bilateral Portugal – Espanha – Marcial Rodriguez y Rodriguez

  • Manifestações delinquenciais do género feminino – o elemento violência – José Manuel Pires Leal

  • O papel do médico dentista na deteção de maus tratos – Maria Inês Guimarães

  • Pensar a Deontologia – Ana Sofia Silva

DIREÇÃO EDITORIAL

(…)

Com este número da revista Investigação Criminal, procuramos ir ao encontro da questão «Donde vimos?». É de História que falamos, claro, certos de que as respostas que encontrarmos servem de «lastro», na palavra do poeta, para melhor antevermos o futuro nesta matéria. Conhecedores do passado e cientes dos desafios do presente, podemos tentar decifrar as necessidades do futuro, ficando assim, presunção legítima, mas ilidível por ser apenas nossa, mais próximos de poder responder, em termos abstractos à pergunta em falta, quiçá a mais complexa das três: «Quem somos?» Para o efeito, convidámos especialistas nas diversas áreas técnicas ou científicas e desafiámo-los a discorrerem sobre as matérias que dominam de forma a cumprirem os pressupostos delineados pela DE. Assim, o presente número abre com um artigo produzido a quatro mãos que, por abordar a história da investigação criminal até 1945, é de alguma forma estruturante no contexto da temática selecionada. Artur Pereira, um antigo dirigente da Polícia Judiciária (PJ) e Nuno Silva, especialista superior na Área de Documentação e Tradução da PJ, são os autores; José Carlos Oliveira, especialista- adjunto, a trabalhar em lofoscopia desde o início da sua carreira, redigiu um texto que procura levar o leitor até aos primórdios do estudo das chamadas impressões digitais e da respetiva utilização na investigação criminal, não se coibindo de abordar a questão na perspetiva técnica e jurídica; Carla Cruz, especialista superior da Secção de Biologia do Laboratório de Polícia Científica (LPC), abraçou a causa de que está mais próxima em termos profissionais, dando-nos conta do tempo em que se recorria ao termo «tipo secretor» até às mais modernas ferramentas que estão à disposição da investigação para a determinação do perfil de ADN e consequente identificação genética individual; Hélder Figueiredo, especialista-adjunto, afeto às equipas de cena de crime do LPC, lavrou um texto sobre a sua área de eleição, a balística, confrontando a inexorável marcha do tempo entre o que era e o que é nos dias de hoje, e a sua relevância na investigação dos crimes violentos; José Leal, inspetor-chefe da PJ, centrou a sua atenção nas manifestações criminais do género feminino; Carla Costa, inspetora da PJ, colocada na Escola de Polícia Judiciária, apresenta-nos um trabalho sobre três dos crimes que, pelas repercussões que tiveram na imprensa de então, mais marcaram o tempo conturbado que foi a Primeira República. Leonor Sá, conservadora responsável do Museu de Polícia Judiciária, preparou um artigo que espreita os pontos de contacto entre a Polícia de Investigação Criminal e a polícia política ao longo do Estado Novo; um destaque especial para o artigo da autoria de Marcial Rodriguez y Rodriguez, inspetor-chefe do Cuerpo Nacional de Policía de Espanha, que elaborou um trabalho subordinado ao tema da cooperação bilateral em matéria policial entre Portugal e Espanha, por ser o primeiro autor estrangeiro que publicamos; prosseguimos com Ana Sofia Silva, advogada e professora do Instituto Politécnico de Castelo Branco, debruça-se sobre a ética e a deontologia direcionada aos funcionários da PJ; Maria Inês Guimarães, médica dentista e professora universitária, laborou sobre o papel do médico-dentista enquanto perito, na deteção de maus-tratos.

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