Membro fundador do Conselho Europeu dos Sindicatos de Polícia

13 de outubro de 2019

Durante cerca de três anos e meio, tive a honra de presidir a uma direção nacional de uma organização impar. Uma direção nacional composta de gente nobre e excecional, que na frente de uma instituição pioneira no sindicalismo policial português, apenas pensou em proteger a Policia Judiciária e o seu mais precioso património. Os seus Homens.

Com o sentido de cumprir uma visão estratégica, fomos durante este período capazes de nos renovar e de mantermos a nossa independência longe do controlo partidário, da manipulação de centrais sindicais, ou de grupos com intenções duvidosas que se alimentam e se fortalecem da emotividade dos processos.

A ASFIC ocupa hoje um lugar de destaque no sindicalismo português e europeu.

Os que aspiram ao sonho do “novo sindicalismo”, tal como na política, não esperem nada de novo. Esperem, isso sim, novos oportunistas e, com divisões injustificadas, mais perda de direitos. Esperem o espetáculo demagogo de sempre, esperem ausência de projetos, desorientação ou navegação à vista.

Em face da liquidação planeada da Polícia Judiciária, a ASFIC impediu que muitos males atingissem os trabalhadores e a própria instituição. Hoje sabemos mais do que nunca, que dentro do Estado a PJ tem poucos amigos. Mas de uma coisa temos a certeza: sabemos que existimos apenas para servir a Justiça, Portugal e os portugueses. Hoje afirmo, Portugal deve muito à ASFIC.

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