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Título: INVESTIGAÇÃO CRIMINAL n.º 10
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Vários
Autores:
Vários
Editora: ASFIC/PJ
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NOTA DE ABERTURA

Caro leitor,

há cerca de seis anos, por esta altura, começou o desafio de pôr de pé uma publicação semestral dedicada à investigação criminal (IC); tem hoje nas mãos o Nº 10 da revista de Investigação Criminal (RIC). O desafio partiu da então Direcção da Associação Sindical dos Funcionários de Investigação Criminal da Polícia Judiciária, que pretendeu colmatar uma lacuna existente no panorama editorial do país. Os convites foram efetuados e formou-se o quarteto que integraria a Direção Editorial (DE), sobre quem recaiu a responsabilidade de pensar a revista nas suas múltiplas componentes.

Havia que definir e aprovar o estatuto editorial, as linhas definidoras da futura
publicação; lançar os primeiros convites aos autores dos artigos e aos membros do Conselho Consultivo; traçar as características que a revista, enquanto objeto, haveria de ter: a capa, a lombada, os separadores, a paginação, tudo o que era essencial para que este veículo de comunicação tivesse o seu próprio ADN. E tem.

Fazíamos nascer uma revista, era preciso dar tempo para que a gestação decorresse com serenidade - o seu futuro poderia depender disso. Assim, sem surpresa, o primeiro número foi um parto relativamente longo, face ao que viria a suceder nos números seguintes, quando a máquina estava já oleada e se haviam criado rotinas. A carteira de autores foi crescendo sempre com a preocupação de que fosse transversal à generalidade dos organismos que, de alguma forma, abordam profissionalmente a investigação criminal: magistrados, advogados, professores, alunos, especialistas forenses e investigadores criminais dos vários corpos existentes. A DE procurou valorizar os diversos sentires sobre matéria tão específica, como o é a IC. Acreditamos que foi a diversidade que gerou a riqueza do acervo já disponível, bem como o interesse pela revista. Ao leitor deixamos o livre arbítrio da escolha, procurando, contudo, que seja pró-ativo, e forme a sua opinião com o cruzamento da informação que lhe chega, caldeada pela sua própria experiência e sensibilidade.

Desde sempre, a aposta da DE foi que a RIC funcionasse como correia de transmissão entre quem produz saber, venha ele de onde vier, e quem dele precisa para melhor desempenhar a sua função. Apesar dos resultados conseguidos, entendemos que este labor jamais cessará; muito há para teorizar e desenvolver nesta área, já que durante décadas o saber foi passado de geração em geração de forma empírica, além de que a imaginação não tem limites, bem o sabemos, mas isso já toca outros aspetos. Mexe, por exemplo, com a capacidade inventiva do homem. As ciências estão direcionadas para a IC como nunca. Com isso as novas tecnologias vão florescendo e as técnicas estão em constante evolução. O que ontem não era possível, hoje faz-se e amanhã far-se-á melhor. É necessária atenção especial voltada para os centros de produção de saber; é necessário levar ao terreno a informação da descoberta de novos produtos, instrumentos, ferramentas, metodologias de trabalho científico. A busca do saber e a sua difusão, eis o objeto da RIC.

Apesar de a DE ter razões para estar satisfeita com o trabalho desenvolvido, uma vez que os princípios estabelecidos têm vindo a ser cumpridos, assim como as metas traçadas, é necessário mantermo-nos alinhados com as exigências de uma sociedade em permanente mutação. Desejamos manter os níveis de qualidade da publicação que levamos ao leitor, nunca perdendo de vista a hipótese de fazer melhor, particularmente no que respeita à divulgação da revista junto dos organismos que laboram em IC. Acreditamos também que a DE, apesar de se ter revelado equipa coesa e com resultados
palpáveis, não é imutável. Defendemos mesmo desde a sua fundação um refrescamento periódico, na expetativa de que, a sensibilidade e conhecimentos diversificados dos novos elementos contribuam para o enriquecimento da revista, tudo quanto desejamos. É este o tempo da mudança. O presente número será o último que contará com a totalidade dos membros fundadores. Com o fito da renovação e a seu pedido, Nuno Almeida e Carlos Ademar Fonseca saem da DE, sendo substituídos por Carlos Costa e Miguel Afonso Costa. Da equipa fundadora, permanecem e funções João Paulo Ventura e José Leal, para que mais facilmente a revista, evoluindo como se deseja, mantenha a sua matriz, a linha condutora que foi desenvolvendo ao longo destes anos. Os fundadores que saem, longe de cortarem os laços com a revista, serão sempre os seus melhores amigos e continuarão a colaborar como até aqui, embora libertos das obrigações inerentes às dos membros da DE.

Dito o que nos parecia importante, na perspetiva que sempre guiou esta DE, de manter os leitores informados sobre a vida interna da revista, que é de todos, passamos a abordar este número 10, relativamente aos seus conteúdos. Trata-se de número generalista, ou seja, não dedicado a temática concreta, a exemplo do que tem vindo a ser prática desde há alguns números a esta parte. Seguem-se pois, pequenos resumos dos artigos insertos:

  • JOSÉ MARTINS BARRA DA COSTA - «Investigação criminal e medicina legal. A propósito da Prova Pericial no Processo Casa Pia: Prós e Contras». O autor faz uma pequena resenha histórica da investigação criminal, com breve incursão pela ficção policial, para passar a uma análise crítica do «processo Casa Pia»;

  • RAJKO KOZMELJ – «Integrative and complementary approach in the fight against terrorism and violent extremism in the Western Balkans (WBCTi)». Trata-se do único artigo em língua estrangeira no presente número e refere-se à realidade dos Balcãs Ocidentais, no que respeita a terrorismo, extremismo violento e ao seu combate;

  • SAMUEL ANTUNES TEIXEIRA - «In Illo Tempore». O autor reflete na sua longa carreira de investigador criminal nos homicídios da PJ de Lisboa, destacando as enormes alterações sociais que pôde testemunhar desde 1975, ano quente da Revolução, até 2005, quando passou à reforma;

  • MARGARIDA AMORIM E JOSÉ CRUZ - «Crime de colarinho branco, empreendedorismo e personalidade: Que relações?» Uma interessante abordagem ao autor do chamado crime de «colarinho branco», mais na perspetiva do indivíduo e as suas características intrínsecas do que das envolvências sociais, familiares ou outras;

  • ROGÉRIO GOMES OSÓRIO - «A problemática do tráfico de droga por via aérea – Da definição do direito penal e processual aplicável». O artigo suscita a discussão relativamente ao regime legal a aplicar em questões territoriais dúbias no âmbito do crime em causa;

  • VITOR PEREIRA - «Contributo para o estudo das ações encobertas: breve resenha histórica». O autor dá a conhecer os circunstancialismos históricos que levaram os Estados a recorrer às ações encobertas, assim como as suas consequências.

  • FILIPA CARROLA - «O Lado B (de Bom) e F (de Funcional) da Psicopatia», onde a autora explora a teoria, no mínimo revolucionária e polémica, do psicólogo e investigador da Universidade de Oxford, Kevin Dutton, a respeito da psicopatia que, em níveis extremos, se assume como perturbação mental, mas em «doses» reduzidas é considerada benéfica para «nós».

  • BRUNA MARIA - «Os vestígios e a cadeia de custódia da prova». Uma abordagem simples, mas clara, a uma matéria cada vez mais na ordem do dia de quem se dedica ao trabalho da investigação criminal. Resta-nos agradecer, caro leitor, a sua preferência, bem como a eventual divulgação que possa fazer na RIC e, já agora, desejar-lhe boas leituras!

A Direção Editorial
Maio de 2016


 

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Título: MODUS OPERANDI Nº 7
Temas: Vários
Autor: Vários
Editora: ASFIC/PJ
PVP - € 10,00 (livrarias)

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MODUS OPERANDI n7

SINDICATO
  - O Orçamento de Estado de 2016 (PJ)
  - Reclamação Coletiva (Conselho da Europa)
  - VIII Congresso Nacional da ASFIC/PJ
  - Ensinamentos sindicais
  - Uma instituição dois sistemas

DIREITO
  - Estatuto Profissional da PJ
  - Funções Públicas e Privadas
  - O procedimento disciplinar

JUDICIÁRIA
  - O tráfico de estupefacientes e a Polícia Judiciária
  - Projeto UNIPOL
  - II Congresso de Criminologia - Lusíada – Porto (com vários intervenientes da PJ)
  - O que se espera da Polícia Judiciária
  - Palestra no ISMAI (por José Braz)
  - Oficiais de ligação
  - Nunca trairão o segredo
  - Criminalística
  - Tira o cinto! Por favor, calma!

SAÚDE
  - As intermitências do sono
 

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RIC11 gr

Título: INVESTIGAÇÃO CRIMINAL n.º 11
Temas: 
Vários
Autores: 
Vários
Editora: ASFIC/PJ 
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ARTIGOS

Decisão Europeia de Investigação: uma emergência necessária • Instrumentos de luta contra o terrorismo na União Europeia – O Centro Europeu Contra-Terrorismo da Europol • Sport Tourism, Terrorism & Psychoanalysis: A Reflection on Contemporary Events from Heysel Park to the 2016 Olympics • Tráfico de seres humanos e terrorismo internacional • Alteração substancial dos factos por imputação de crime menos grave, estratégia processual do arguido e “caso julgado de consenso” • A Incompetência para a Investigação Criminal e suas Consequências à Luz da Actual Lei de Organização da Investigação Criminal • O problema da legitimidade da queixa-crime dos movimentos ilícitos cometidos nos cartões de crédito • A Investigação criminal face à Globalização e o Cibercrime

NOTA DE ABERTURA

Com renovada e atualizada face, novos membros da direção editorial e ânimo na expetativa de melhor, mais desanuviado e risonho devir – e numa altura em que se apresta a atingir a meta da primeira meia-dúzia de anos de vida – a revista Investigação Criminal traz à estampa a sua 11ª edição.

Tempos, por sinal conturbados e imprevisíveis, em que se abate sobre a Europa e resto do mundo o espetro da ameaça terrorista. Uma ameaça que não oferece tréguas nem mostra sinais de abrandamento neste mais recente biénio (2015-2016) incontornavelmente marcado por impressionante cadência de atentados que já causaram, só no velho continente, várias centenas de vítimas mortais. O nível da ameaça é seguramente inédito e atinge no presente a maior intensidade de sempre. O terrorismo de inspiração (alegadamente) religiosa ou jihadista representa hoje a maior ameaça à segurança mundial, processando-se e decorrendo à escala global.

Interessada no acompanhamento próximo e na monitorização das fenomenologias criminais que afetam a segurança dos Estados e das comunidades, numa linha editorial eclética e que já promoveu a publicação de vários apontamentos sobre terrorismo nos seus 10 números anteriores, Investigação Criminal publica nesta edição mais três artigos sobre essa temática tão atual e candente.

Mantendo a aposta iniciada há cerca de quatro anos, com a abertura das nossas páginas a autores estrangeiros, o atual e primeiro diretor do European Counter-Terrorism Centre (ECTC) – criado pela União Europeia (EU) na Europol em janeiro do ano transato – o espanhol Manuel Navarrete Paniagua, prestigiado parceiro de cooperação internacional CT de Portugal e da Polícia Judiciária (PJ) de (já) longa data, acedeu a nosso convite para escrever justamente sobre os instrumentos de luta contra o terrorismo na EU com natural referência ao ECTC e especial enfoque quanto às facilidades e potencialidades disponíveis no serviço de polícia da EU para apoiar semelhante esforço.

Continuaremos o investimento predominante em artigos produzidos por autores lusos, mas concomitantemente persistiremos na obtenção de contributos de escribas estrangeiros.

Redigindo em língua inglesa, Cristina Carvalho, do Alto Instituto para o Turismo e Estudos de Hotelaria – e também membro do Centro de História da Universidade de Lisboa – em co-autoria com o psicólogo clínico Alexandre Castro e Silva abordam o terrorismo entre os vértices da psicanálise e do turismo desportivo, numa digressão histórica entre os incidentes registados no Heysel Park em Bruxelas em maio de 1985 durante a final da taça dos campeões europeus de futebol, às Olimpíadas de 2016 que decorreram no Brasil.

Por último, nosso confrade João Paulo Ventura, elemento da direção editorial desta revista, estreia-se neste espaço como articulista, numa análise axiomática sobre as linhas de contacto e interpenetração entre terrorismo internacional e tráfico de seres humanos.

Esta 11ª edição de Investigação Criminal não se esgota, porém, nas aproximações ao fenómeno do terrorismo. Veicula também temas e perspetivas diversas sobre a Decisão Europeia de Investigação, pela hábil pena de Anabela Filipe, jurista e funcionária da PJ; um outro texto eminentemente jurídico, sobre “A alteração substancial dos factos por imputação de crime menos grave no contexto da estratégia processual do arguido” e “caso julgado de consenso” por Fernando Torrão, docente da Universidade Lusíada do Porto; uma reflexão crítica de Inês Rodrigues de Magalhães, advogada, sobre “A incompetência para a Investigação Criminal e suas consequências à Luz da atual Lei de Organização da Investigação Criminal”; um contributo na área da criminalidade económico-financeira, do nosso colega Paulo Gomes, jurista e Inspetor da PJ sobre “O problema da legitimidade da queixa-crime dos movimentos ilícitos cometidos nos cartões de crédito” e finalmente, last but not least e numa abertura às ciências da vida, um artigo do biólogo Álvaro Monge Calleja, intitulado “A investigação criminal face à globalização e as novas formas de criminalidade”.

Matéria mais do que suficiente para nos proporcionar excelentes leituras, prometer novos anseios e deixar-nos uma nota de otimismo e de esperança na entrada deste ano de 2017.

Desejos de um melhor ano para todos, são os votos sinceros da direção editorial desta vossa revista.

Bem hajam e continuem connosco.

 

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Título: INVESTIGAÇÃO CRIMINAL n.º 9
Temas:
Vários
Autores:
Vários
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ARTIGOS
Viver por cima das possibilidades– Direção Editorial
A Investigação Criminal – Desafios presentes e futuros– Inês Buekenhaut
A Investigação Criminal na União Europeia – As Estruturas Europeias– Gilberto Gaspar
Gestão do Local do Crime – Carlos Ademar
Identificação Policial, suas implicações em termos de Reflexividade e Segurança – David Freitas
A Prova Digital na Investigação do (Ciber)Terrorismo– Armando Dias Ramos
A Contrainteligência como mecanismo de salvaguarda dos interesses do Estado – Ricardo José Nunes da Fonseca

NOTA EDITORIAL
A Revista “Investigação Criminal”, como tudo o que não quer morrer, está aberta à mudança, renovando-se paulatinamente sem quebrar os fundamentos estatutários. Essa postura é de raiz, mas não tem sido ostensiva, nem o será necessariamente a partir deste número, em nome da consistência conveniente a um crescimento saudável. O que muda bem, muda sem dar nas vistas. Contudo, um compromisso transparente assume-se para o exterior, com vista a melhorar, em cadeia e em sintonias, o serviço prestado por todos os que integram este singular universo editorial. O modelo da revista não é estanque ou acabado, nem intocável nas marcas do tempo. Por essa razão, recordemos a dinâmica dos seus nove números: o padrão temático deixou de ser obrigatório, introduziram-se autores de várias nacionalidades e línguas, e as apresentações públicas bi-anuais perderam, perante algumas condicionantes e opções ponderadas, a regularidade que o futuro redefinirá. Neste sentido, e apesar de, no ano corrente, ter ocorrido um inédito atraso na semestralidade, é pacífico lembrar o contrato de periodicidade que agora se reafirma para restabelecer a normalidade, que se fez tradicional e não irá esbater-se. Por outro lado, já se perspetiva a edição e a apresentação de trabalhos escolhidos, ao abrigo de uma nova parceria com o meio universitário, a qual poderá gerar uma carteira de artigos premiados e um conjunto de sessões vivas, abrangentes e abertas, à semelhança do que esta revista é, geneticamente e por vocação. Pretende-se que a “RIC”, é consabido mas não excessivo repetir, mantenha um permanente interface do meio profissional com as ciências do foro. Tem sido assim e vale a pena prosseguir. Estamos a perfazer cinco anos de existência, nos quais foi essencial a coesão de uma equipa amadora, que se entregou a um projeto só desprezável nas visões mais estreitas, que, sublinhado nosso, nunca se nos depararam, certamente por ser este o caminho. Deparamo-nos, sim, com um património que já se justifica por si num espírito editorial que, um dia, outros continuarão, do mesmo modo e à sua maneira. É devido, assim, registar o reconhecimento à ASFIC, que continua a fazer do seu patrocínio o prolongamento de uma verdadeira representação institucional da Polícia Judiciária, mantendo viva uma zona de pensamento. Fácil é perceber que não queremos perder-nos, no percurso e na ousadia, certos de que o sentido das coisas passa pelo seu questionamento, que fortalece e revitaliza convicções e esforços.
Por isso nos vinculamos de corpo inteiro, sobretudo ao presente, essa única realidade de que se é capaz. Novamente estaremos nas bancas, para quem tenha curiosidade ou certeza. Os autores convidados trazem, na senda da história da “RIC”, uma diversidade e uma qualidade que apraz disponibilizar, por ora apenas em papel, mas levantando horizontes às plataformas virtuais em que este produto possa vir a ser consultado. Inês Buekenhout, Gilberto Gaspar, Carlos Ademar, Gilda Santos e José Cruz, David Freitas, Armando Ramos, Barra da Costa, Ricardo Fonseca e Samuel Teixeira transportam-nos, sucessivamente, para os desafios da investigação criminal num mundo global, para o quadro desta atividade no espaço europeu, para a definição de prioridades na gestão do local do crime, para a dicotomia entre colarinho branco e crime comum, para as matrizes da identificação policial, para a importância da prova digital na investigação do ciber-terrorismo, para uma reflexão sobre a relação policial com a medicina legal a partir do processo “Casa Pia”, para a problemática da contrainteligência e, por fim, para uma perspetiva histórica sobre a Polícia Judiciária. No fundo, para mais algumas das nossas fronteiras a desbravar. A palavra é deles e a leitura recomenda-se.

A Direção Editorial

Novembro de 2015

 

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IC3F out2017 pq

Título: INVESTIGAÇÃO CRIMINAL, CIÊNCIAS CRIMINAIS E FORENSES" - IC3F n.º 1 (ESGOTADO)
Temas: 
Vários
Autores: 
Vários
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No pretérito dia 25 de Outubro a ASFIC/PJ lançou o número 1 da nova Revista "INVESTIGAÇÃO CRIMINAL, CIÊNCIAS CRIMINAIS E FORENSES" - IC3F, a qual vem na sequência da antiga RIC.

“A filosofia, o estatuto editorial e os grandes objetivos que norteavam a  Direção Editorial da anterior RIC  mantêm-se inalterados, embora adaptados à realidade que a modernidade impõe, constituindo este número 1 da IC3F uma continuidade geracional a partir da número 11 da anterior edição da RIC”.

 

 

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