Nos últimos tempos, sob formas mais ou menos subtis, tem-se assistido a ataques à Polícia Judiciária e ao seu bom-nome.
A PJ não é perfeita. Tem falhas, como qualquer instituição. Mas lamenta-se a falta de contexto: entre 2010 e 2020, a PJ viveu um dos períodos mais críticos da sua história, marcado por desinvestimento prolongado e ausência de renovação de quadros em todas as áreas. Baixou a menos de 1000 Inspetores e a média etária ia em 49 anos.
Claro que houve consequências. Apesar disso, nunca deixou de cumprir a sua missão. Com mais ou menos meios, manteve-se na linha da frente no combate à criminalidade mais complexa e violenta. A PJ não se coloca em bicos de pés, não usurpa competências nem faz do ruído mediático estratégia. Trabalha. Para lá dos limites. E responde com resultados. Aceita a crítica séria. Rejeita o ataque gratuito.
O cidadão sabe: a PJ esteve, está e continuará a estar ao serviço da justiça, no estrito cumprimento da lei. Silêncio. Está-se a investigar.

