Muito se falou no esquecimento a que a PJ foi votada durante 10 anos, situação que, mérito do antigo Diretor Nacional (DN), parece ultrapassada. Conseguiu-se um novo normativo orgânico e estatutário que, com falhas, foi o culminar de mais de 20 anos de negociações. Foi assinada uma portaria que permitiu prever e prover, durante 5 anos, os quadros da PJ com novos elementos nas diversas carreiras.
Porém, muito temos alertado para os diplomas que aguardam regulamentação, bem como a fixação de critérios nos concursos internos. Estes, sempre morosos, aliados à falta de regularidade e previsibilidade de abertura de concursos, originaram uma escassez de quadros intermédios e de quadros superiores na PJ.
Problema: é nestes escassos quadros que se procura um novo DN. Aparentemente, uma tarefa hercúlea, quando comparada com a substituição do MAI. À hora que escrevo, ainda não há DN, mas, se já houver quando este texto for publicado, o problema mantém-se.
A ASFIC/PJ comprometeu-se em aprovar diplomas que são prementes para os associados e para a PJ. As necessidades identificadas não se extinguiram com o fim da comissão do anterior DN. Mantêm-se.

